Informativos Sadia
Sadia realiza curso de linguagem dos sinais para colaboradores
16/12/2009
Projeto, que teve início em Uberlândia, será estendido para as outras unidades da empresa
Dezembro de 2009 - Como parte das ações que visam promover a inclusão de pessoas com deficiência em sua equipe, a Sadia iniciou um projeto para ensinar a Língua Brasileira dos Sinais (Libras) aos funcionários. O objetivo é que os deficientes auditivos que atuam na companhia encontrem colegas de trabalho capacitados para se comunicar com facilidade na linguagem dos sinais. A ação teve início na planta localizada em Uberlândia (MG) e, no próximo ano, será ampliada para as demais unidades espalhadas pelo Brasil.
Hoje a unidade de Uberlândia conta com cerca de 35 colaboradores com deficiência auditiva. Até o momento, cerca de 70 funcionários já foram treinados para se comunicar usando a linguagem dos sinais.
“A ideia do curso é integrar ainda mais os deficientes auditivos no dia a dia do trabalho, de forma que possam interagir melhor com os colegas e recebam informações sobre capacitação e segurança de maneira mais efetiva”, destaca Ralf Piper, diretor de Gestão e Recursos Humanos da Sadia. O executivo completa: “os primeiros a receber treinamento foram aqueles que fazem os primeiros contatos com os colaboradores, como porteiros, além de Recursos Humanos e supervisores”. Gradativamente, equipes de outras áreas serão treinadas.
Sadia para Todos
O curso de Libras faz parte de um programa mais amplo, o Sadia Para Todos, lançado no início deste ano com o objetivo de promover a inclusão de pessoas com deficiências. Para isso, cada uma das 18 fábricas da companhia, além dos centros de distribuição e escritórios comerciais e administrativos contam com metas e indicadores para contratação e ambientação desses profissionais. Entre as ações do Sadia para Todos destaca-se um curso de capacitação de pessoas com deficiência com duração de três meses, aberto para a comunidade, que visa preparar esses profissionais para atuarem na manipulação de alimentos e na manutenção geral. Não há o comprometimento de que os participantes deverão trabalhar na empresa, no entanto, grande parte deles costuma ser aproveitada para o quadro de funcionários. No momento, cerca de 100 pessoas participam do curso.